12. A Apostasia do Panteísmo

Em lugar dos refrigerantes aguaceiros da chuva serôdia preparando um povo para o retorno de Cristo, a virada do século introduziu uma das maiores quase-tragédias que a Igreja já defrontou. Somente a intervenção pessoal da humilde mensageira do Senhor salvou o bom navio de naufragar como se deu com o Titanic poucos anos antes.

O “iceberg” foi a sutil heresia do panteísmo por alguns dos líderes mais altamente respeitados do adven­tismo que foram tão surdos às advertências do perigo iminente quanto foi o capitão da malfadada embarcação da Cunard. Continue lendo “12. A Apostasia do Panteísmo”

13. Predições de Ellen White Sobre o Culto a Baal

Uma série de quatro partes na Advent Review [Revista adventista], de junho de 1986, trata com franqueza de um sério problema. Um elevado número de jovens criados em lares e escolas adventistas estão deixando a Igre­ja por uma nova razão: estão agora unindo-se a outras igrejas.

A série (“To Catch a Star” [Para agarrar uma estrela]) deplora o fato óbvio de que a maioria dos jovens adventistas carecem da visão que motivava a juventude “missionária voluntária” de gerações anteriores. “Não emocionante, não suficientemente grande,  e sem relação com a vida”–essas são as “inadequações específicas” que nossos jovens vêem no adventismo contemporâneo. Continue lendo “13. Predições de Ellen White Sobre o Culto a Baal”

14. De 1950 a 1971

Este manuscrito em sua forma original foi preparado em 1950 para chamar atenção da Comissão da Associação Geral. Era um apelo para “alimentar o rebanho de Deus” com os elementos nutritivos da mensagem de 1888. Desde então, a consciência adventista tem lutado com a convicção de que há difundida fome espiritual. A comissão evangélica não está concluída, não obstante maiores programas, atividades, e promoções a cada ano que passa.

Poucos dias após o encerramento da assembléia de 1888, em 23 de novembro, Ellen White falou na reu­nião estadual de Potterville, Michigan (A. L. White, The Lonely Years [Os anos solitários], p. 148). Seus três sermões estão registrados na Review and Herald. Em seu sermão de 24 de novembro ela faz referência seis vezes aos judeus, extraindo comparações conosco: Continue lendo “14. De 1950 a 1971”

15. De 1971 a 1987 e Depois

Umas 700 páginas haviam agora sido publicadas em tentativas de negar a necessidade de arrependimento denominacional por 1888. Outras 700 páginas vieram em 1971 com o Movement of Destiny[Movimento predesti­nado], de L. E. Froom. Segundo o autor, “nenhuma publicação em nossa história jamais teve tal magnífico apoio prévio à publicação” (p. 8). Quando primeiramente publicado, 1.500 exemplares foram distribuídos como presen­te a líderes eclesiásticos ao redor do mundo. Os elogios que lhe foram dedicados tornam óbvio que se tornou a palavra de maior autoridade sobre 1888: Continue lendo “15. De 1971 a 1987 e Depois”

Apêndice A: A. T. JONES ENSINOU A HERESIA DA “CARNE SANTA”?

Tentativas têm sido feitas para insinuar que a mensagem de A. T. Jones de justificação pela fé conduz à heresia da “carne santa”. É dito que ele ensinava essa falsa doutrina já nos primeiros meses seguindo-se à assembléia de 1888. Um exemplo, sem dúvida baseado em pesquisa da Associação Geral, se segue:

Parece haver alguns paralelos impressionantes entre a experiência do povo de Deus por volta de 1888 e nosso próprio tempo. Por exemplo, Waggoner e Jones foram usados pelo Senhor em 1888; mas já em 1889 os sermões de Jones começavam a mostrar uma inclinação na direção do engano da ‘carne santa’.” (Adventist Review, 6 de agosto de 1981). Continue lendo “Apêndice A: A. T. JONES ENSINOU A HERESIA DA “CARNE SANTA”?”

Apêndice B: Comparações de Justificação pela Fé

O Ponto de Vista Popular

1. Começa com a necessidade do homem por segurança eterna. Assim, o apelo é centralizado no eu. Nunca vai além desse raio de insegurança humana.

2. Fé é definida como mera “confiança” no sentido de apegar-se à segurança pessoal em busca de garantias contra o perder-se. A fé é considerada como meio de satisfazer a insegurança pessoal. Continue lendo “Apêndice B: Comparações de Justificação pela Fé”

Apêndice C: UMA FONTE DO MITO DE ACEITAÇÃO

A opinião vastamente popular de que a mensagem de 1888 foi aceita um século atrás deriva de pessoas zelosas, sinceras e de boa intenção. A lealdade delas para com a Igreja e sua liderança passada é elogiável, e ofe­rece evidência de um entusiástico espírito de equipe.

Não obstante, essa posição está em conflito direto com a história, com numerosas declarações de Ellen White, e, o que é mais sério ainda, com o testemunho da Testemunha Verdadeira que deu o Seu sangue por esta Igreja. O mito da aceitação insiste, após mesmo um século de atraso, que somos “ricos e de nada temos falta” na questão de aceitação e compreensão da justificação pela fé. Nosso Senhor declara que somos “pobres”. O conflito em vista é sério, pois a condição espiritual da igreja mundial é afetada, bem como Sua honra. Continue lendo “Apêndice C: UMA FONTE DO MITO DE ACEITAÇÃO”

Apêndice D — QUAL É O FUTURO DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA?

O Senhor Jesus Cristo sempre terá um povo escolhido para servi-Lo. Quando o povo judeu rejeitou a Cristo, o Príncipe da Vida, Ele retirou deles o reino de Deus e transferiu-o aos gentios. Deus continuará a traba­lhar desse modo com todo ramo de Sua obra. Quando uma igreja se demonstra infiel à obra do Senhor, seja qual for sua posição, embora elevado e sagrado seu chamado, o Senhor não pode mais agir com ela.

Outros então são escolhidos para levar importantes responsabilidades. Mas, se estes por sua vez não purificam suas vidas de toda ação errada, se não estabelecem princípios santos e puros em todos os seus limites, então o Senhor os afligirá e humilhará dolorosamente e, a não ser que se arrependam, os removerá de seu lugar e os fará um opróbrio.” E.G.White, Olhando para o Alto, Meditações Matinais 1983, p. 125. Continue lendo “Apêndice D — QUAL É O FUTURO DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA?”

Apêndice E — Breve Análise das Publicações de 1987-1988

Na providência de Deus, o ano de 1988 foi designado como o do Centenário da Assembléia da Associa­ção Geral em Mineápolis. O que antes era virtualmente um assunto desconhecido ou tabu, agora tornou-se tópico familiar de conversação por todo o mundo. Graças a Deus por esse despertado interesse. Grandes números dentre nosso povo não ficarão satisfeitos até que tenham desvendado a plena verdade.

Desde a primeira impressão deste livro em agosto de 1987, diversas significativas publicações foram lan­çadas como parte da “Celebração” do Centenário de 1988: Continue lendo “Apêndice E — Breve Análise das Publicações de 1987-1988”

Apêndice F — A JUSTIFICAÇÃO E JUSTIÇA PELA FÉ

Comparação de Três Pontos de Vista contrastantes

Pr. Robert J. Wieland, 30.08.1977

O Ponto de Vista Evangélico Popular

1. Começa com a necessidade do homem por segurança eterna. Assim o apelo é centrado no eu. Nunca vai além do egocentrismo.

2. O amor de Deus é em si mesmo egocêntrico. Cristo foi sustentado por interesse centrado no eu. Ele não morreu o equivalente da segunda morte, mas foi imediatamente ao Paraíso, como a doutrina da imortalidade natural da alma requer. Assim o verdadeiro amor do Novo Testamento, ágape, é eclipsado e anulado. Continue lendo “Apêndice F — A JUSTIFICAÇÃO E JUSTIÇA PELA FÉ”